Arco e Flecha: prova de superação e concentração

Robin Hood, o lendário herói da Idade Média, ficou conhecido pelas suas habilidades com o arco e flecha. Porém, foi só em 1900 que o esporte ganhou destaque nas Olimpíadas de Paris. A modalidade acabou não ficando muito popular, mas, em Tubarão, durante os Jogos Intercursos de 2019 promovido pelo DCE da Unisul, ganhou adeptos que disputaram com afinco o primeiro lugar.

A acadêmica Isabelli Savi Goulart, do 10º semestre de Agronomia da Unisul, foi a grande campeã na categoria feminina. Porém, a história de Isabelli no arco e flecha nem sempre foi vitoriosa. “Esse ano me surpreendi com o meu desempenho, porque ano passado fiquei em último lugar. Como não pratico o esporte, o que achei mais difícil foi ter concentração e mira, porque o arco e flecha é um esporte bastante técnico”, comenta a aluna.

Apesar do clima de competição, Isabelli garante que a torcida dos colegas e adversários foi fundamental. “O pessoal que participou era bem tranquilo, então todo mundo se apoiou e vibrou junto. Foi bem legal. Pena que esse foi o meu último ano participando do Intercursos, porque se pudesse eu participaria de novo”.

Quem também deseja participar novamente na próxima edição do Intercursos é o acadêmico Thiago Nogareth, do 6º semestre do curso de Engenharia Civil da Unisul. O estudante, que ficou em primeiro lugar na modalidade, nunca tinha praticado arco e flecha anteriormente. “Eu sempre achei o esporte interessante, mas nunca tinha atirado. Achei que poderia ser uma oportunidade para praticar”, relata.

Para o acadêmico, a concentração e a mira são os pontos mais importantes e difíceis da modalidade. “A maior dificuldade é soltar a flecha para que ela vá aonde você está mirando, porque na hora de largar você pode mudar a trajetória e acabar não acertando o alvo no lugar desejado”.

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