Arquiteto e Urbanista: elo entre planejamento e uso inteligente dos espaços

O Arquiteto e Urbanista, representa a ligação entre as necessidades ditadas pelo uso dos espaços e a qualidade do ambiente construído considerando os interesses de todas as classes sociais, trata do habitat humano e do bem-estar, tanto no âmbito da edificação quanto da cidade, e por esta razão, trata-se de uma profissão fundamental para a sociedade.

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A profissão de Arquiteto e Urbanista

Para planejar e aproveitar os espaços, o Arquiteto e Urbanista executa uma série de técnicas que vão do planejamento, projeto, desenho à construção dos ambientes com muita criatividade e funcionalidade. E que além dos conceitos técnicos, considera os aspectos históricos, culturais, estéticos e meio ambiente.

Quando se fala em bem-estar, é comum associar ao paisagismo ou arquitetura de interiores, porém, o arquiteto também pode edificar obras de construção civil, atuar em planejamento urbano e planos diretores, explica o professor Maurício Andriani, coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, do Campus Grande Florianópolis. “A arquitetura e urbanismo tratam basicamente do habitat humano, seja através do edifício (arquitetura), da cidade e regiões metropolitanas (urbanismo).  De maneira geral, para ter sucesso na profissão é necessário primeiro que o profissional tenha uma boa formação acadêmica na graduação, mantendo-se atualizado por toda a sua trajetória profissional, estando sempre atento às demandas socioculturais da sociedade em que atua. Em resumo, o arquiteto e urbanista deve sempre atuar visando primordialmente ao bem-estar das pessoas”.

Nos últimos 20 anos, a profissão se popularizou, tendo as redes sociais como apoio para fazer contatos e divulgar os trabalhos. “Os avanços da tecnologia e mídias digitais estão direcionando o arquiteto a ampliar seu modo de observar as necessidades de planejamento do espaço construído e espaço não construído com contato mais íntimo com o usuário final em equilíbrio com o uso de novas ferramentas computacionais. Por isso, deve estar apto ao uso de novas tecnologias de construção civil e constante atualização de softwares de projeto aproximando-se cada vez mais das necessidades de organização do espaço do cidadão comum”, considera o professor Rodrigo Althoff, coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, do Campus Tubarão.

Segundo o professor Maurício, os desafios da profissão se encontram justamente nos avanços tecnológicos principalmente ligados aos sistemas construtivos, materiais e técnicas de construção. “Sua atuação deve sempre ser pautada pelos princípios da ética, da sustentabilidade ambiental e econômica dos edifícios e das cidades. Não deve deslumbrar-se com os apelos estéticos exacerbados, muito comuns na atualidade, em detrimento do cerne da boa arquitetura e do bom urbanismo, os quais devem visar primordialmente ao bom desempenho em termos de funcionalidade e sustentabilidade em todos os seus sentidos”.

E se tratando das tendências, o professor Rodrigo, defende a necessidade de constante qualificação. “Com a retomada da aceleração do desenvolvimento econômico no país, a tendência de aumento do mercado de trabalho tem que encontrar respostas em profissionais ágeis com grande capacidade de trabalhar em equipe. Deve ser ágil e flexível na tomada de decisões e estratégias em permanente atualização acadêmica”.

O professor Maurício, complementa com os valores estéticos, estes que devem ser atemporais. “Os valores devem deixar de lado o efêmero. Em termos de funcionalidade, é necessário sempre estar atento às necessidades do usuário, as quais também mudam de acordo com o tempo. O arquiteto e urbanista deve atualizar-se sempre, mas nunca deixar de lado os princípios universais, principalmente os da ética”.

Arquitetura e Urbanismo da Unisul

O curso é altamente produtivo e desenvolve as atividades de ensino-aprendizagem dentro do meio urbano. E através do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (Emau), os estudantes podem executar projetos de cunho social que atendam à instituições de caráter beneficentes. Além das atividades com instituições sociais, o Emau também objetiva atender a famílias carentes por meio de convênios firmados entre a Universidade e prefeituras municipais e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). As aulas são ofertadas nos Campi de Tubarão e Grande Florianópolis, na Unidade Dib Mussi. Mais informações sobre o curso e inscrições, no site da Unisul.

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