Brasil é destaque na reprodução de equinos

A indústria equina mundial tem papel importante na geração de empregos e também de renda. O mercado de equinos cresceu 10% em 2016 e movimenta, anualmente, R$ 16,5 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM). Uma parte importante na equideocultura é a reprodução dos animais. O tema está em alta e o mercado cada vez mais precisa de pessoas capacitadas para atender a demanda.

Segundo a ABCCMM, o Brasil é vice-campeão mundial em uso de biotecnologia aplicada à reprodução de equinos. Tendo em vista a relevância do tema, o assunto é abordado durante o curso de Medicina Veterinária da Unisul. Segundo o professor da disciplina de equideocultura, Luiz Fernando Schuch, a temática geralmente causa interesse nos estudantes. “Mostramos principalmente para os estudantes a parte teórica, atualizando sobre as biotecnologias utilizadas. É um mercado em alta e que está carente de especialistas”, reflete o professor. Dentre as biotecnologias utilizadas na reprodução equina estão a inseminação artificial, a transferência de embrião, fertilização in vitro e transferências de oócitos.

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Por conta da solicitação de mão de obra qualificada, cada vez mais é necessária a formação completa do estudante. “As biotecnologias são minuciosas e todo o procedimento requer um contato muito próximo com o animal. Com este evento o aluno vai conseguir entender essa dimensão e a possibilidade de trajetória” finaliza Luiz Fernando.

Para contribuir com a formação em equideocultura

Pensando em qualificar ainda mais o estudo dos alunos na área, o Centro Acadêmico de Medicina Veterinária da Unisul está organizando um evento com o veterinário Luis Felipe Duarte, que trabalha na reprodução de equinos no Sharjah Equine Hospital, nos Emirados Árabes. O evento acontece no dia 17 de outubro, no auditório 311, do Bloco Pedagógico, a partir das 14h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 99943-4095 – Caroline.

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