Colégio Dehon Inaugura a Sala de Acessibilidade Caio Mendes Zapelini

Nesta quarta-feira, 6/9, aconteceu a sessão solene de inauguração da Sala de Acessibilidade Caio Mendes Zapelini, no Colégio Dehon. Na ocasião, o reitor da Unisul, professor Mauri Luiz Heerdt, e os pais do menino Caio, a coordenadora pedagógica do Colégio Dehon, Clésia da Silva Mendes Zapelini e o professor da Unisul, Clavison Martinelli Zapelini, descerraram a placa inaugural das instalações da sala. “Ter o nome do Caio na sala que acolhe a todos que necessitam, e pertinho da minha sala, é uma honra e alegria. Ele marcou minha vida, a vida de muitas pessoas e vai continuar marcando”, afirma a mãe do homenageado.

Assim que Clésia e Clavison se casaram, um ajudou o outro a pagar a graduação, primeiro um, depois o outro. Sempre juntos, concluíram a pós-graduação, conquistaram a casa própria, o carro próprio e foram abençoados com o filho Caio. A família constituída com a presença de Caio, ‘o filho mais lindo e mais inteligente do mundo’, completava a felicidade alcançada pelo sucesso profissional e emocional. Até que, com dois anos de idade o menino começou a perder os movimentos da perna. Os médicos deram um ano de vida para Caio ao diagnosticarem-no com uma Leucodistrofia – doença para a qual a ciência ainda não encontrou cura. Segundo eles, o menino viveria até um pouco mais de três anos, mas como exemplo de coragem e energia contagiante, veio a falecer aos dez anos de idade, no dia 2 de julho deste ano. “Neste momento fica a gratidão, a Unisul é a nossa casa e fomos abraçados pelo Colégio Dehon com o Caio, essa homenagem com o nome dele é realmente muito bonita”, aponta o pai.

De acordo com o diretor do Colégio Dehon, professor José Antônio Matiolla, a melhor palavra que define o momento é ‘reconhecimento’. O reconhecimento pela luta deles. Por terem lutado pela vida sem desistir. “Eles renunciaram uma série de questões. Ainda assim, fizeram doutorado, estudaram, se tornaram corredores, continuaram vivendo, trabalhando. E isso é uma demonstração que apesar do sofrimento a vida não pode parar”, atenta Matiolla.

O reitor da Unisul, professor Mauri Luiz Heerdt, delineia que este momento se reveste de dois significados fortes: uma é a vida, o segundo é a maneira que a Unisul tem de fazer educação, em atenção especial para cada pessoa. “Estamos na época da singularidade. Cada um é único, e como tal tem que ser tratado. De modo que, esta sala está dentro desse tempo que acolhe a todos”, conclui o reitor.

Cada vez que as pessoas passarem pela Sala de Acessibilidade Caio Mendes Zapelini terão uma amostra de que o amor de pai e mãe precisa ser assim mesmo, de entrega e amor total.

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