Criminologia garante que a lei seja aplicada corretamente

O criminalista não é apenas o advogado que defende o acusado, sendo ele culpado ou inocente. Na vida real, o fenômeno criminológico é bem mais abrangente. O criminólogo, bacharel em criminologia, é o estudioso que ajuda a desvendar tudo que envolve um crime, podendo auxiliar na correta aplicação da lei. 

Mas para que tudo aconteça nos rigores da lei, o trabalho do criminólogo compreende em analisar uma série de fatores como a personalidade do criminoso e da vítima, e das circunstâncias que motivaram a tal ato sempre baseando-se nas técnicas que compreendem esta ciência.

“Criminologia nada mais é do que a sociologia do direito penal. Então ela busca uma visão abrangente sobre o sistema penal como um todo, o que envolve o estudo da dogmática penal, dos direitos humanos, mas também se vincula às áreas de antropologia, história, psicologia, filosofia e outras”, explica a professora Camila Damasceno, mestre e professora do curso de Direito da Unisul.

Para contribuir com a segurança pública, a Unisul lança a graduação em Criminologia, uma das novidades para o próximo semestre, porque acredita que a partir da formação, os profissionais poderão contribuir com o sistema de justiça da região Sul de Santa Catarina e também, em nível nacional.

Mais sobre o curso

Com a duração de quatro anos, o curso é ofertado nos períodos matutino e noturno no Campus Tubarão. As inscrições podem ser feitas pelo portal Unisul.

A sociedade enfrenta constantemente o fenômeno criminal desde a violência urbana até os crimes de colarinho branco, como a corrupção política e a sonegação fiscal e por isso, o foco curso aplicar os conhecimentos para gerir e executar as políticas criminais e de segurança pública. “Entre os diferenciais estão os profissionais que compõem o corpo docente, que são referência nas questões sociais e jurídicas, que envolvem o estudo do fenômeno criminal além do enfoque humanístico, crítico e interdisciplinar acerca do fenômeno criminal”, defende a professora Camila.

Já em relação ao mercado de trabalho, embora a maioria dos criminalistas atuem no ensino e na pesquisa, essa formação abrange outras opções como explica a professora. “Há outras possibilidades como a investigação criminal, a área de segurança pública, a política criminal, além da atuação em órgãos públicos. Os estágios são viáveis em todos órgãos públicos e privados dedicados aos estudos do fenômeno do crime”.

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