Ester, uma mulher que não cansa de buscar sua realização

O Dia Internacional da Mulher está chegando, e pensando nelas, a Unisul fará uma série de reportagens, eventos e debates. A nossa homenagem hoje vai para Ester Macedo. Vamos conhecer um pouco da sua história.

Ester Macedo, estudante de filosofia, tem 66 anos e já viveu experiências bem interessantes como plantar árvores a escrever um livro. “Escrevi um livro sobre a genealogia das nossas famílias. Foi uma pesquisa que levou seis anos e resultou na obra –  A origem de famílias importantes – o importante do nome é em razão do fato que são milhares de famílias que aparecem quando você mexe com algumas. Ainda mais quando são imigrantes”.

É casada há 47 anos e  forma uma grande família com quatro filhos e nove netos que a enchem de orgulho. “Curtir os netos e participar de suas vidas é meu grande prazer também. Tudo o que acontece na vida deles eu estou junto ou participando de alguma forma”.

Junto ao marido, José Ferreira de Macedo, Ester fundou a empresa Frangos Macedo, que foi comandada por eles durante 35 anos, até ser vendida a um grupo americano. “Meu marido sempre foi um visionário, acompanhei-o desde a criação da nossa empresa e foi com ele que aprendi muita coisa, sempre pensando e agindo de forma pró-ativa”. Atualmente, administra o patrimônio da família em conjunto com um dos filhos pois o marido sofre da doença de Parkinson há mais de 20 anos e seu estado se agravou muito ao passar do tempo.

Sua ligação com a Universidade começou quando ela decidiu cursar filosofia na UnisulVirtual motivada por uma de suas grandes paixões, a leitura. “Estudar mais um pouco, foi uma opção de realização. Sei que nunca leria o que estou lendo se não fosse o curso. Estou amando estudar Filosofia. Leio em torno de uns 50 livros por ano, além dos estudos. Assistir bons filmes, também é um grande prazer. Gosto muito de viajar, mas este tipo de prazer agora tem que ser muito bem pensado devido ao fato do meu marido ter uma doença limitante e estar numa situação difícil para me acompanhar. Ele sempre foi um grande companheiro para tudo”.

Ao perguntar a Ester o que o dia 8 de março representa, ela nos disse: “Acho que todas as mulheres sempre serão uma super mulher. Pois muitas são chefes de família, como bem dizem os dados estatístico. Como mulher, não posso reclamar, meu marido foi um guerreiro e ao lado dele levei o estardante. Ele sempre me estimulou a seguir em frente, mesmo com a doença dele. Tenho liberdade de ir e  vir à vontade, enfim de fazer sempre o que me realiza”.

Conheça também a história da professora Dra. Clésia da Silva Mendes Zapelini.

Texto: Tenille Catarina

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