Escola de teatro infantil é gratuita na Unisul

O teatro é um meio de gerar conhecimento que altera e enriquece a percepção do cotidiano. Um dos núcleos artísticos da Companhia de Teatro Unisul está com inscrições abertas  até o dia 30 de abril.  O Grupo Experimental de Teatro desenvolve diversos aspectos da linguagem teatral com crianças, entre 9 e 13 anos, nas quartas-feiras, das 15h30 às 17h30, gratuitamente. Mais informações por telefone: (48) 996054181.

O Grupo Experimental de Teatro é um núcleo da Cia. de Teatro da Unisul e atende à demanda infanto-juvenil. “A vivência da linguagem teatral trabalha diversos aspectos, tais como a resolução de problemas em grupo, respeito pela diversidade, consciência corpórea e vocal, o lúdico e o desempenho de papéis de outros seres humanos pelo estudo de perfis”, contextualiza a diretora da Companhia, professora Ilza Laporta.

Além de disseminar a cultura através do espaço universitário e contribuir para um desenvolvimento humano cultural e social da comunidade, a Cia. de Teatro oportuniza conhecimento e experiência dentro das artes cênicas.

A Cia. De Teatro tem a peça “Pluft, o Fantasminha” em cartaz.

Cia. de Teatro Unisul leva alegria aos alunos da APAE

A Cia. De Teatro Unisul difunde a cultura teatral para a comunidade tubaronenses, e por outras cidades da Amurel. “A partir de agora, esta apresentação faz parte de mais uma página no livro da nossa história. A recepção dos alunos, professores e direção nos tocaram muito o coração e aumentou ainda mais a certeza de que estamos no caminho certo”, destaca a diretora da Cia de Teatro Unisul, Ilza Laporta.

Com a apresentação da peça ‘Pluft, o Fantasminha’, a Cia. de Teatro Unisul foi a responsável por levar alegria e um pouco mais de cultura aos alunos e professores da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), de Tubarão, no último dia 14 de março. A peça conta a história do fantasminha Pluft que tem medo de gente, só que no desenrolar da trama a menina Maribel é raptada pelo pirata Perna de Pau e escondida no sótão da casa de Pluft que salva a garota com a ajuda de três marinheiros (João, Julião e Sebastião).

A obra foi apresentada pela primeira vez no Tablado do Rio de Janeiro, em setembro de 1955, com cenário de Napoleão Moniz Freire, costumes de Kalma Murtinho, sonoplastia de Edelvira Fernandes e Martha Rosman; corneta, Jean Pierre Fortin; caracterizações de Fred Amaral; fantasmas de Mário Cláudio da Costa Braga e direção de Maria Clara Machado.

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