Peça teatral 'Pluft o fantasminha', apresentada pela Cia de Teatro Unisul na Escola Estadual Senador Francisco Gallotti
Peça teatral ‘Pluft o fantasminha’, apresentada pela Cia de Teatro Unisul na Escola Estadual Senador Francisco Gallotti

A Cia de Teatro Unisul estará nos dias 10 e 11/10 no Espaço Integrado de Artes da Unisul – bolha, às 14h30. As escolas interessadas devem agendar sua entrada pelo e-mail ilzabl@yahoo.com

Após meses de estudos e ensaios, a Cia de Teatro Unisul embarcou em uma nova aventura nos palcos, a volta de “Pluft, o fantasminha[1]”, da dramaturga Maria Clara Machado, apresentada pela primeira vez em 1955. Sob a direção de Ilza Laporta, a peça já foi apresentada em escolas da região.

A remontagem, e estreia da peça, abriu espaço para novos atores, à exemplo de Layla Martins, que ficou apaixonada pelo público infantil. “É uma das melhores coisas do mundo, você sente a risada de cada uma delas dentro de você e aquilo enche seu coração de alegria, é uma sensação única e que eu daria qualquer coisa para ver e ouvir aquelas risadas deliciosas todos os dias”, exclama a atriz.

O elenco original de “Pluft, o fantasminha” era composto por:

Pluft – Carmem Sílvia Murgel; Mãe Fantasma – Kalma Murtinho; Maribel – Vânia Velloso Borges; Tio Gerúndio – Germano Filho; Perna-de-Pau – Emílio de Mattos; Sebastião – João Augusto; Julião – Eddy Rezende; João – Roberto de Cleto

Há mais de 60 anos do seu lançamento, a peça teatral continua com o mesmo fôlego juvenil. As crianças do Escola Francisco Gallotti dividiram espaço com os alunos da Escola de Educação Básica Sagrado Coração de Jesus e Escola de Educação Básica Visconde de Mauá. Todos os presentes entraram em cena com o elenco da peça. Durante a apresentação era possível perceber a emoção que envolvia todos, desde o olhar atento, a torcida contra o vilão até às gargalhadas diante dos marinheiros.

[1] A peça ‘Pluft, o fantasminha’, premiada pela Associação Paulista de Críticos Teatrais, foi apresentada pela primeira vez pelo Tablado no Rio de Janeiro, em setembro de 1955, com cenário de Napoleão Moniz Freire, costumes de Kalma Murtinho, sonoplastia de Edelvira Fernandes e Martha Rosman; corneta, Jean Pierre Fortin; caracterizações de Fred Amaral; fantasmas de Mário Cláudio da Costa Braga e direção de Maria Clara Machado.

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