Pós-graduação reforça importância da fiscalização ambiental

O Brasil é um país rico em alguns minérios, como nióbio, ferro, manganês, alumínio e também pedras preciosas. A utilização de barragens para contenção desses rejeitos da extração dos minérios é muito comum no Brasil. Segundo registros, atualmente existem 790 barragens no país. Infelizmente, muitas vezes por falta de fiscalização, tragédias acontecem no país, como foi o caso de Mariana e Brumadinho.

Segundo a professora da Unisul e coordenadora da pós-graduação em Auditoria e Gestão Ambiental, Patrícia Menegaz de Farias, hoje em dia é necessário compreender ações e problemas relacionados às ciências ambientais e noções de legislação ambiental para que o trabalho seja feito da melhor forma possível. “Cada vez mais é importante ter profissionais altamente qualificados para atuação no mercado. Pensando na nossa região que é também direcionada em extração mineral, devemos nos especializar para atuar com prudência e, principalmente, aplicação do conhecimento científico, aliado à tecnologia e a inovação”.

E foi pensando em capacitar ainda mais os profissionais que já atuam na área ambiental que a Unisul oferta a pós-graduação em Auditoria e Gestão Ambiental. Podem participar profissionais graduados em Agronomia, Biologia, Engenharia Sanitária e Ambiental, Arquitetura, Administração, Geologia, Química, Engenharia Industrial e de Produção, Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Jornalismo, Direito, Publicidade e Propaganda, bem como os demais profissionais de nível superior que atuam em órgãos da administração pública e privada.

Algumas das temáticas abordadas no curso:

  • Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços adequados ao contexto ambiental;
  • Avaliar o impacto das atividades na área agrícola, empresarial, industrial ou urbano no contexto social e ambiental;
  • Mediar potencialidades ambientais que visem estratégias de tecnologia limpa coerentes com a demanda regional;

A ideia é fornecer uma visão multidisciplinar, criativa e de que é necessário manter os fluxos para que a prestação dos serviços ecossistêmicos possa assim reduzir a vulnerabilidade a crises ambientais e sociais.

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