Unisul deve atender este ano 100 mil pelo SUS em Palhoça

O curso de Medicina da Unisul inaugurou, hoje, o Ambulatório de Ensino Integrado Professor Álvaro José de Oliveira – AMEI -, na Cidade Pedra Branca, que amplia a assistência médica a pacientes do SUS em Palhoça, onde a Policlínica, localizada no centro da cidade, fechou 2018 com 65.215 atendimentos.

O reitor Mauri Heerdt destacou a importância de o ambiente ensino-aprendizagem proporcionar também resultados no amparo à população. “Esta é mais uma conquista para a universidade se identificar e se transformar por uma boa educação. E a educação de qualidade exige a integração entre teoria e prática. Aqui realizamos a missão da Unisul que é transformar vidas. E hoje transformamos a vida não só dos estudantes, mas também de toda a comunidade do entorno da nossa Unisul. Porque não só o conhecimento não nos faz andar. Precisamos ter atitudes para fazer a diferença”.

Com a proposta de ampliar o número de atendimentos pelo SUS, o professor João Ghizzo, destaca que com a evolução do curso, houve o aumento de oferta de vagas e, com isso, o Ambulatório em Forquilhinha, em São José, não atendia mais às necessidades com oito consultórios.

O curso de Medicina ampliou o número de vagas o que exigiu mais espaços e ambulatórios. Na Pedra Branca, com 20 consultórios, podemos prestar atendimentos de qualidade, com conhecimento e ética, e acredito sim, que podemos fazer muito pela nossa comunidade universitária e geral. Com certeza o AMEI vai fazer a diferença na vida dos nossos pacientes”.

Além dos atendimentos médicos, o curso de Odontologia vai oferecer uma novidade quanto aos serviços de radiologia que passa a ser digital e considerada uma proposta inovadora nos ambientes de aprendizagem no AMEI. “Este equipamento na prática do estudante vai proporcionar acesso ao conhecimento dessa nova tecnologia e as interpretações. É um passo além na formação mais generalista. Outro diferencial está na proposta da própria Universidade que é olhar ao seu entorno nessa questão da sustentabilidade. Ou seja, como a radiologia passa a ser digital, todo o consumo de água e resíduos contaminados não será mais feito. Como o serviço digitalizado é ecologicamente correto, está aí a possibilidade de um serviço auto sustentável”, contextualiza professora Keila Cristina Rausch Pereira, coordenadora do curso de Odontologia.

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