Reitor visita Diretório Central dos Estudantes e interage com os acadêmicos

O reitor da Unisul, professor Mauri Luiz Heerdt, e a direção do Campus Tubarão, passam a fazer uma série de visitas aos diretórios dos estudantes do campus e unidades vinculadas. A primeira visita aconteceu no dia 26 de junho, no Cettal, reunindo estudantes e representantes dos Centros Acadêmicos dos cursos de tecnologias, engenharias e comunicação. Neste dia 27, acompanhada da presidente do Diretório Central dos Estudantes do Campus Tubarão (DCE), Luzimary Della Justina Stange, a comitiva da reitoria esteve na Unidade de Araranguá. No dia 4 de julho a comitiva estará no DCE de Içara, no dia 5 de julho em Tubarão, na sede do DCE. Em Braço do Norte a visita será dia 11 de julho. O objetivo da programação é aproximar ainda mais a universidade dos acadêmicos. O professor Mauri destaca que a aproximação com os diretórios é muito importante para o movimento de aperfeiçoamento da Universidade. “A ideia é ouvir o estudante para assim podermos qualificar ainda mais nossos ambientes de aprendizagem”.

O estudante da sétima fase do curso de Arquitetura e Urbanismo, Douglas Vieira Fernandes, ficou muito satisfeito com o diálogo entre os alunos e o reitor no Cettal da Unidade de Tubarão. “Muitas vezes nossas angustias ficavam só nas conversas com a coordenação e com os professores no corredor. Hoje podemos dizer o que sentimos e o que realmente estamos precisando para a melhoria do nosso curso”, aponta o estudante.

Visita ao DCE do Cettal, em Tubarão

Em Araranguá várias necessidades dos acadêmicos, e potencialidades da unidade foram debatidas. “É louvável a atitude do reitor em promover estas reuniões visando estreitar as relações e conhecer melhor a realidade de cada unidade”, ressalta o diretor do DCE de Araranguá, Pedro Henrique Rovaris.

A presidente do DCE, Luzimary, frisa que este é um momento importante para os estudantes. “Essa aproximação é muito importante para o crescimento não só dos alunos, mas também da Unisul. Que vai ouvir e sentir o que é preciso realmente fazer para melhorar nosso ambiente de aprendizagem de ensino, pesquisa, extensão e inovação”, conclui ela.

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